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Membros da 23ª Região - CRESS RO

Coordenadora: Auricélia Cavalcante Santos
Membro: Tania Guedes de Oliveira
Membro: Tassia Aparecida Alves Santana


 

A Política Nacional de Fiscalização (Resolução CFESS 512/2007) exige do CRESS a constituição e manutenção da Comissão de Orientação e Fiscalização (COFI) que deve ser composta por conselheiros, agentes fiscais (assistentes sociais do quadro de empregados do CRESS) e assistentes sociais da base, em situação regular com o Conselho.

A COFI (Comissão de Orientação e Fiscalização) é uma comissão regimental que tem como função principal orientar e fiscalizar o exercício profissional de assistentes sociais. A COFI/RO é formada pela coordenadora Orquídela Monteiro de Souza e pela agente fiscal Maria das Graça S. C. Augustin. Sua ação fiscalizadora, de acordo com a Política Nacional de Fiscalização, está pautada pela dimensão preventiva, político-pedagógica e normativa. A finalidade é assegurar a defesa do espaço profissional e garantir a qualidade de atendimento aos usuários do Serviço Social.

A COFI realiza reuniões semanais, no âmbito da sede, para discutir as situações e os encaminhamentos a serem dados a partir das situações que chegam ao conhecimento do CRESS, relativas ao exercício profissional e possíveis irregularidades a ele relacionadas.

Mensalmente, são realizadas reuniões ampliadas da COFI, onde conselheiros, agentes fiscais e assistentes sociais de base e da sede, discutem as diretrizes das ações de orientação e fiscalização no âmbito do estado de Rondônia, a partir da realidade encontrada no trabalho cotidiano da COFI.

 

Dentre outras diversas atribuições, lhe compete:

  • discutir e implementar a Política Nacional de Fiscalização, aprovada em Encontro Nacional do conjunto CFESS/CRESS;
  • realizar, em conjunto com outras comissões do CRESS, discussões, seminários, reuniões e debates que possam subsidiar a prática do Serviço Social, bem como identificar as questões éticas decorrentes de tal prática;
  • promover reuniões com profissionais e com instituições, em situações que indiquem postura profissional inadequada ou violação dos princípios éticos, de forma a orientar e alertar profissionais e instituições;
  • promover reuniões e debates com representantes da ABEPSS, ENESSO, Conselho Permanente de Ética, supervisores e membros de unidades de ensino para discussão sobre estágio, ética e exercício profissional;
  • realizar visitas a locais de trabalho e a campos de estágio, a fim de averiguar possíveis irregularidades no exercício profissional de assistentes sociais e/ou conhecer a realidade profissional nas diferentes áreas de atuação do Serviço Social.

 

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